terça-feira, 27 de novembro de 2012

LETRA BASTÃO X LETRA CURSIVA

Nossa  meus amigos,que saudade!!!! A correria aqui, tá  grande, estamos na reta final do ano e  meus  alunos estão precisando demais  de atenção. Nosso objetivo é  que ninguém  repita  de ano  e para   que  isso ocorra, precisamos  trabalhar   dobrado!!!
Saibam  que  mesmo  com toda  essa correria, me sinto  muito feliz, pois faço o que escolhi  para minha vida,ser educadora muito me honra e me orgulha, pois  já colhi  com  minha  profissão muitos  frutos!!!
Nada  paga  a alegria de ver meus  alunos avançando, conquistando autonomia ,confiança...
Ah!  chega !!!  To ficando boba...
Bem,  preparei   para vocês hoje  um artigo muito especial  e  importante para todos nós ( pais, professores).  É muito   complicado para nossas  crianças  esta  passagem da  letra  bastão para  cursiva. Em   meu  dia a  dia  trabalhando  com alfabetização vivencio  isto  todo  hora.
Então , leiam e tirem  suas  próprias conclusões.
Beijos  em  todos  e até  mais......



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LETRA BASTÃO X LETRA CURSIVA

Janaína Albani Dias e Renata Brogni da Silva
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Com o passar dos tempos torna-se cada vez mais importante a crescente preocupação com relação à alfabetização. Governo, educadores, escolas e pais unem-se para que cada vez mais, tenhamos crianças bem alfabetizadas, formadas e tornando-se, futuramente, cidadãos críticos e profissionais qualificados.
A atenção com as classes de alfabetização é um dos pontos mais relevantes e considerados pela educação atual, pois é a base para toda a vida escolar do ser humano.
É também nestas classes que os alunos tomam “gosto” pelo estudo. Desta forma, se a atividade escolar não for prazerosa, motivadora e se os professores não tornarem a educação, em especial a alfabetização, uma prática agradável, as chances dos alunos desanimarem e desapontarem-se é bastante grande.
A real preocupação com a alfabetização surgiu com o renascimento (século XV e XVI), uma vez que eram publicados livros para um público bem maior e a leitura deixou de ser coletiva e passou mais individual.
Como conseqüência da preocupação com a alfabetização surgem as primeiras “cartilhas”, com o objetivo único de dar ênfase a leitura.
Depois de 1950 a cartilha passou por uma grande transformação, objetivando, a partir de então, a escrita dos alunos.
Atualmente, a prática escolar adotada, ainda baseia-se na cartilha tradicional.
Porém, conforme afirma cagliari (1999, p. 31):


“O processo de alfabetização pode ser diferente do método das cartilhas, procurando equilibrar o processo de ensino com o de aprendizagem, apostando na capacidade de todos os alunos para aprender a ler e escrever no primeiro ano escolar e desejando que essa habilidade se desenvolva nas séries seguintes, até chegar ao amadurecimento esperado pela escola”.


A escola, nos últimos anos, foi bastante surpreendida pelas inovações dos campos da ciência e da tecnologia.
Com esses avanços, muitas teorias acerca da aprendizagem e do desenvolvimento cognitivo, da leitura, da escrita e da alfabetização foram sendo complementadas, discutidas e reconstruídas necessitando trazer consigo reformulações dos métodos educacionais.
Pensando nessas mudanças, questionamos: será que além de todas as dificuldades que os alunos já enfrentam no processo de alfabetização, eles têm a necessidade de aprender a ler e escrever a letra cursiva, cuja sua utilização nos tempos atuais encontra-se quase que exclusivamente na escola?
Pois não a encontramos em nenhum outro lugar no contexto social?
Porque a maioria dos professores continuam trabalhando com a letra cursiva, exigindo esta aprendizagem, muitas vezes como critério de aprovação?
Em função desta contradição (aprendizagem em letra cursiva X contexto social em letra bastão), identificamos a necessidade de uma pesquisa aprofundada, já que na literatura atual não há quase nada que se refira diretamente a este assunto.
Gostaríamos de salientar a relevância deste artigo, para a educação, pois verificamos, ser este um assunto bastante polêmico entre professores.
Assim, esperamos que contribua e auxilie os professores alfabetizadores para que melhor desempenhem seu trabalho.
Considerada uma questão bastante complicada e duvidosa, muitos professores não sabem que tipo de letra utilizar para alfabetizar de forma mais eficaz:, bastão ou cursiva? Veja, um quadro descritivo das características das letras cursivas e bastão.






Como o objetivo da escola deve ser o de preparar cidadãos críticos capaz de transformar a realidade para melhor, a proposta de alfabetização deve naturalmente adequar-se às exigências da realidade atual.
Realidade esta, em que a letra bastão esta presente em todos os momentos da vida de uma criança: em livros, televisão, revista, jornais, embalagens, rótulos, no teclado do computador.
Ficando a escola como um dos únicos espaços sociais em que privilegia a escrita com letra cursiva.
Muitos educadores dedicam parte do seu tempo treinando o alfabeto manuscrito com seus alunos, apesar de viverem num mundo onde a letra de forma é dominante. Desta forma, percebe-se uma grande perda de tempo e esforço por parte dos alunos e professores que tentam insistentemente a grafia da letra cursiva.
Tempo este que poderia e deveria ser melhor aproveitado, com atividades desafiadoras com objetivos reais para o crescimento de seus alunos.
Percebe-se então, a dificuldade com que se defrontam estas crianças, que recém aprendendo a ler e escrever depara-se com obstáculos criados e na maioria das vezes impostos pela própria escola, que na maioria das vezes obrigam seus alunos a utilizar a letra cursiva, sendo em muitos casos um inibidor de avanços e aprendizagens, podendo trazer conseqüências bastante sérias e graves, como, por exemplo, o fracasso escolar.
Segundo ferreiro, (apud nova escola, 1996, p. 11) começar a alfabetização com letra bastão é uma tentativa de respeitar a seqüência do desenvolvimento visual e motor da criança.
No entanto, em vez dos professores despenderem a energia de seus alunos no aprendizado da letra cursiva, poderia utilizá-la para outras atividades mais importantes e necessárias para a vida dos alunos, como por exemplo: leituras, jogos, brincadeiras, músicas, etc. convictas de que as classes de alfabetização são a base para a vida escolar do aluno.
Assim, esta deve ser uma etapa encantadora e estimulante para que a criança siga com entusiasmo sua vida escolar com motivação e determinação.




REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS:
ADRIANA, Vera e Silva. Bastão X Cursiva, os prós e os contras de cada letra na alfabetização. São Paulo: Ed. Abril, n. 99, XI, p. 8-16, dez 1996.
CAGLIARI, Luiz Carlos. Alfabetização sem o ba, be, bi, bo, bu. Pensamento e ação no magistério. São Paulo: Editora Scipione, 1999.
Ministério da Educação e do Desporto. Parâmetros Curriculares Nacionais: Introdução aos Parâmetros curriculares Nacionais. Brasília: MEC/SEF.1997
Revista Nova escola: Entrevista realizada com Emilia Ferreiro: 1996. p. 11


sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Um pouquinho sobre TDAH


Pois é, muitos pais me perguntam  constantemente o que é TDAH, visto que esse  nome se tornou muito comum  no  meio escolar.
Digo-lhes que ....

TDAH é um distúrbio freqüente em crianças que apresentam os sintomas de desatenção, inquietação, dificuldade em brincar ou ficar em silêncio durante a atividade de lazer, dificuldade para  manter a atenção em atividades lúdicas, não consegue terminar seus deveres escolares, tarefas domésticas ou profissionais.
Na escola não conseguem exercer atividades, como, por exemplo, não copiam da lousa, não acentuam palavras corretamente, escrevem no caderno do final para o começo e dificilmente conseguem terminar o trabalho escolar.
Em geral as características do TDAH  são:

Não escuta quando lhe falam diretamente.

Não presta atenção a detalhes e comete erros nas tarefas devido ao seu descuido.
Não seguem as instruções até o final e não termina tarefas escolares.
Evita, reluta em se engajar em tarefas que exigem esforço mental continuo.
Se distrai facilmente por estímulos externos.
Agita as mãos ou os pés, remexe na cadeira.
Abandona sua cadeira em sala de aula e em outras situações que lhe é exigido que permaneça sentado.
Está a mil ou a todo vapor, fala em demasia, dá respostas precipitadas antes das respostas trem sido completadas, dificuldade em aguardar a sua vez.

O tratamento para crianças portadoras de TDAH é baseado primeiramente na hipótese diagnóstica realizada por um especialista e um planejamento de ação de múltiplas frentes: a psicoterapia cognitivo-comportamental é o tratamento especificamente recomendado, pois atinge bons resultados - sob indicação médica, psicopedagogia, psicomotricidade, fonoaudiologia, orientação para pais e professores e o uso adequado da medicação.

  Pronto, agora é só prestarmos atenção aos nossos filhos e só assim identificaremos se eles têm ou não TDAH.



ABRAÇOS E ATÉ MAIS!


quinta-feira, 16 de agosto de 2012

DISLEXIA? O QUE É MESMO?

Oi gente, que saudade!!! E que correria louca também. Tenho trabalhado muito, claro que isto é muito bom! O ruim é que acaba sobrando pouco tempo pra gente também. Com isso minhas escapadinhas aqui no  blog; cantinho este, que  escolhi pra  conversar com vocês, acaba  ficando cada vez mais escasso. Mas podem ter certeza que sempre, mas sempre que puder,  postarei algo  que  ache necessário.
UM ABRAÇO A TODOS E FIQUEM LIGADOS QUE VEM COISA BOA POR AI!




            

Nem sempre as dificuldades dos alunos com a leitura e a escrita são sinônimo de dislexia – aliás, raramente são! 

Conheça cinco respostas essenciais para entender melhor o problema


Embora muitos já tenham ouvido falar sobre dislexia, pouca gente conhece as características do transtorno e a frequência com que realmente ocorre na escola. O que, de fato, é sintoma do problema? Por que ele é tão confundido com outras dificuldades de aprendizagem? O que a escola deve fazer a respeito? Veja cinco respostas sobre essas e outras questões. A consultoria é de Fábio Pinheiro, fonoaudiólogo do Laboratório de Investigação dos Desvios da Aprendizagem da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp).
 

Leia mais Quatro mitos da dislexia

1. O que é dislexia?
 
É um transtorno de aprendizagem que faz com que a criança ou adolescente apresente dificuldades para associar as letras e sílabas com seus sons correspondentes. De origem genético-neurológica, tem como característica uma alteração na parte do cérebro responsável pelo processamento da linguagem. É como se o disléxico enxergasse um punhado de letras numa sopa de letrinhas, sem um signifcado claro.
 

O obstáculo principal é converter o som em sinal gráfico (e o contrário também). Isso gera, por exemplo, problemas na leitura (mais lenta e silabada – com troca da sílaba tônica) e na escrita (erros ortográficos como inversões ou omissões das letras).

Esta condição permanece durante toda a vida acadêmica, da pré-escola ao ensino superior. Mas atenção: o disléxico tem uma inteligência normal e sua compreensão oral é preservada, assim como o raciocíonio lógico-matemático. Ou seja, o indivíduo tem uma dificuldade localizada, que não compromete 0 aprendizado global.

É muito diferente, por exemplo, de um transtorno de aprendizagem. Um aluno com esse problema tem um acometimento nas habilidades de leitura e escrita – como um disléxico –, mas vai apresentar dificuldades em todas as outras áreas do aprendizado, incluindo as habilidades relacionadas ao raciocínio lógico matemático e a compreensão oral, que não ocorrem como manifestação da dislexia.
 


2. A quantidade de alunos considerados "disléxicos" é exagerada?
Na opinião de muitos especialistas, sim. Há duas razões para isso. A primeira é a falta de preparo para identificar os sinais de dislexia e de outros desvios de aprendizagem por parte dos educadores. Esta realidade mostra que é preciso investir na capacitação para identificar os sinais da maneira correta e desenvolver estratégias que minimizem o impacto na vida da criança e adolescente que realmente tem o transtorno.
 

Mas o segundo motivo é o principal responsável no exagero no total de diagnósticos: a tendência de relacionar as causas do fracasso escolar a distúrbios de saúde. Em geral, raciocínios do tipo "se o aluno está um pouco atrás do resto da turma e ainda não consegue ler direito, então é disléxico" não se sustentam. Em sua maioria, as dificuldades de aprendizagem têm outras origens: pode ser uma falta de familiaridade com o tema (como no caso de alunos em alfabetização com pouco acesso a textos escritos fora da escola), um ritmo de aprendizado diferente e mesmo uma inadequação com a metodologia de ensino da escola.

A dislexia, por sua vez, é uma condição relacionada à genética e ao sistema neurológico. Como há semelhanças nos sinais mais aparentes, algumas crianças são erroneamente rotuladas como disléxicas. Vale lembrar que apenas um fonoaudiólogo pode dar um diagnóstico correto.

3. O que faz com que dislexia seja confundida com outras dificuldades de aprendizagem?
Retomando a explicação da pergunta 1, lembramos que a criança disléxica pode apresentar uma leitura mais lenta e silabada, além de erros ortográficos como inversões ou omissões das letras. Um rápida reflexão revela que essas são dificuldades semelhantes àquelas do início da alfabetização para qualquer criança, quando elas devem adquirir o domínio alfabético e a compreensão de que a escrita é uma representação da fala, exercitando as chamadas habilidades de consciência fonológica.

Infelizmente é comum que estes erros sejam considerados por alguns professores como sinais de dislexia, quando na verdade inerentes ao processo de alfabetização – ou, se persistentes, podem ser apenas o resultado de uma metodologia de ensino que não focou tais habilidades e que permitiu o prosseguimento dos erros comuns dos primeiros anos. Por isso é fundamental avaliar todo o contexto e conhecer o percurso acadêmico do aluno, avaliando seu nível de aprendizagem para saber se ele realmente tem algum desvio.

4. O que a escola deve fazer?
 
A escola tem papel central. Cabe a ela orientar todos os profissionais envolvidos, como coordenadores, professores e demais funcionários, instruindo-os para uma prática pedagógica com base nos conhecimentos científicos da área, evitando confusões entre as dificuldades de aprendizagem. Se a escola já tem um aluno disléxico, deve oferecer acompanhamento individualizado. A orientação dos pais e familiares é outra responsabilidade. Formas de cumpri-la incluem encontros, palestras e discussões com especialistas, desmistificando a dislexia e mostrando que existe em menor proporção do que se imagina.
 

Já o professor é o responsável por levantar os primeiros sinais e fazer os encaminhamentos. Ele deve adequar o tempo das atividades propostas e criar estratégias que favoreçam a participação deste aluno em sala de aula. Também é possível fornecer o material que será exposto na lousa já impresso, com esquemas e organogramas ilustrativos, reforçando oralmente o conteúdo - já que o disléxico tem a compreensão oral preservada - e segmentando as atividades mais extensas.
 

5. Como é o tratamento?
Ele tem como base a terapia fonoaudiológica, em que a parceria dos pais e da escola é decisiva. A terapia consiste em encontros semanais com o fonoaudiólogo, que utiliza estratégias para aprimorar a fluência, a velocidade e a compreensão da leitura oral e silenciosa. Em geral, estes atendimentos contemplam o trabalho com os sons e a representação gráfica da fala. Podem incluir, por exemplo, atividades de separação silábica, além da exploração de textos com rima e aliteração, a repetição de palavras.
fonte de pesquisa: site revista Nova Escola




beijinhos e tenham todos uma boa noite!


segunda-feira, 30 de julho de 2012

O que é mesmo Psicopedagogia?

...e então gente!!! Estive um pouco ausente né? Mas  vocês sabem bem como é a nossa correria do dia a dia.
Já estava com saudades de  postar  alguma coisa, queria muito que o assunto que abordasse fosse útil  e que viesse de encontro com alguma situação vivida. E é  incrível  como  a vida   nos mostra o caminho a direção...   Hoje achei necessário falar  sobre  quando se faz " urgente  " a intervenção de um psicopedagogo  na aquisição do conhecimento.
Pesquisei  e  estou postando o que me pareceu de mais fácil entendimento a todos. Espero que gostem!



O QUE É A PSICOPEDAGOGIA E O SEU DIGNÓSTICO:


              A Psicopedagogia estuda o processo de aprendizagem e suas dificuldades, tendo, portanto, um caráter preventivo e terapêutico.  Preventivamente deve atuar não só no âmbito escolar, mas alcançar a família e a comunidade, esclarecendo sobre as diferentes etapas do desenvolvimento, para que possam compreender e entender suas características evitando assim cobranças de atitudes ou pensamentos que não são próprios da idade.  Ela também deve, terapeuticamente identificar, analisar, planejar, intervir, através das etapas de diagnóstico e tratamento.
              O diagnóstico sempre poderá confirmar ou não as suspeitas do psicopedagogo. O profissional poderá identificar outros  problemas e aí ele poderá indicar um tratamento com psicólogos, com fonoaudiólogos, com neurologistas, ou outro profissional a depender do caso indagado e constatado.

O TRATAMENTO DO PSICOPEDAGOCO:


              O tratamento do psicopedagogo  se procede  através do diagnóstico  feito  e já analisado.  Durante o tratamento em instituição escolar, o aluno sem perceber o que está sendo realizado, tem diversas atividades, com o objetivo de identificar a melhor forma de se aprender e o que poderá está causando este bloqueio da aprendizagem. Para isto, claro, o psicopedagogo utiliza vários recursos como: jogos, desenhos, brinquedos, computador e outras situações que puderem ser necessárias e eficazes, para revelar a causa de sua dificuldade, criando com isto, também, mais maturidade, concentração, maior atenção etc. Ele também pode de forma amigável e descontraída ensinar ao aluno, a  melhor forma de como ele pode  estudar,  se organizar, fazer as tarefas de casa e outros.
 fonte:www.artigonal.com/educação


segunda-feira, 23 de julho de 2012

DIFERENÇA DO LETRAMENTO E ALFABETIZAÇÃO


É bastante comum ouvirmos na escola, a importância do letramento e da alfabetização nos anos iniciais.  Como a intenção do meu trabalho é ajudar a entender conceitos que não fazem parte do dia a dia da mamãe e do papai , estou postando a diferença destes dois conceitos. Espero que sirva de ajuda!


 



  Alfabetização é a ação, o ato de alfabetizar, é ensinar a ler, escrever, tornar o indivíduo capaz de  comunicar-se através da escrita e da leitura.

Letramento é o grande objetivo no trabalho de linguagem  oral e escrita.
 É fazer com que os alunos sejam indivíduos preparados para ler, escrever, interpretar, compreender, avaliar, reelaborar, sintetizar, os diversos gêneros textuais e as inúmeras formas em que a escrita se apresenta, utilizando-os nas suas práticas sociais, no seu dia-a-dia, e fora da escola.


Abaixo segue vídeo  do que é o Letramento.vale a pena assistirem!





domingo, 22 de julho de 2012

DISCALCULIA- O que é isso?




Achei muito importante falar um pouco sobre esse distúrbio de aprendizagem, que  é desconhecido pela grande maioria dos pais.  Vamos falar sobre a DISCALCULIA.(Dificuldade com os números).





A matemática para algumas crianças ainda é um bicho de sete cabeças. Muitos não compreendem os problemas que a professora passa no quadro e ficam muito tempo tentando entender se é para somar, diminuir ou multiplicar; não sabem nem o que o problema está pedindo. Alguns, em particular, não entendem os sinais, muito menos as expressões. Contas? Só nos dedos e olhe lá.
Em muitos casos o problema não está na criança, mas no professor que elabora problemas com enunciados inadequados para a idade cognitiva da criança.
No entanto, em outros casos a dificuldade pode ser realmente da criança e trata-se de um distúrbio e não de preguiça como pensam muitos pais e professores desinformados.
Em geral, a dificuldade em aprender matemática pode ter várias causas.
Distúrbios de memória auditiva:
- A criança não consegue ouvir os enunciados que lhes são passados oralmente, sendo assim, não conseguem guardar os fatos, isto lhe incapacitaria para resolver os problemas matemáticos.
- Problemas de reorganização auditiva: a criança reconhece o número quando ouve, mas tem dificuldade de lembrar do número com rapidez.
- Distúrbios de percepção visual: a criança pode trocar 6 por 9, ou 3 por 8 ou 2 por 5 por exemplo. Por não conseguirem se lembrar da aparência elas têm dificuldade em realizar cálculos.
 Distúrbios de escrita:
- Crianças com disgrafia têm dificuldade de escrever letras e números.
Estes problemas dificultam a aprendizagem da matemática, mas a discalculia impede a criança de compreender os processos matemáticos.
O portador de discalculia comete erros diversos na solução de problemas verbais, nas habilidades de contagem, nas habilidades computacionais, na compreensão dos números.

Ajuda do profissional:

Um psicopedagogo pode ajudar a elevar sua auto-estima valorizando suas atividades, descobrindo qual o seu processo de aprendizagem através de instrumentos que ajudarão em seu entendimento. Os jogos irão ajudar na seriação, classificação, habilidades psicomotoras, habilidades espaciais, contagem.
Recomenda-se pelo menos três sessões semanais.
O uso do computador é bastante útil, por se tratar de um objeto de interesse da criança.
O neurologista irá confirmar, através de exames apropriados, a dificuldade específica e encaminhar para tratamento. Um neuropsicologista também é importante para detectar as áreas do cérebro afetadas. O psicopedagogo, se procurado antes, pode solicitar os exames e avaliação neurológica ou neuropsicológica.


fonte pesquisa: sites internet


 

 Uma ótima semana á todos !